Carta

Cara comunidade,

Nosso colégio tem um Conselho de Escola com representantes de alunos, pais, funcionários, professores, além da equipe de direção e mantenedora. Nele, as macro definições da gestão escolar são debatidas, decididas e encaminhadas de forma cooperativa, segundo princípios democráticos e os objetivos fins da instituição escolar.
Nesse momento, nos aproximamos do final do mandato iniciado em 2008. Em abril, haverá a redefinição dos representantes dos vários setores.
Para que a comunidade participe amplamente desse processo e sua condução seja transparente, passamos a contar com um espaço no site da escola para as apresentações das plataformas dos candidatos e discussões de princípios e métodos de atuação com que se comprometerão. Os interessados podem enviar para
conselho2009@sdomingos.com.br a apresentação de sua candidatura.Exercitar a democracia como o colégio São Domingos se dispõe é um diferencial. Para assegurar a legitimidade desse exercício é necessário que haja implicação coletiva e clareza dos papéis de representantes e representados. Mais do que indicar as pessoas para o mandato, os eleitores precisam exercer também continuamente a instrução e o referendo das posições a serem assumidas pelos que se dispõem a representá-los.
Antes de votar, busque esclarecimentos dos candidatos sobre sua postura em relação à gestão participativa no colégio São Domingos, sobre os mecanismos que pretendem utilizar para colher as opiniões e posicionamentos dos representados e sobre as propostas que têm para a escola.

A força da democracia está no envolvimento de todos.

Participem!

Equipe de Direção

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Theotonio Pauliquevis


Eu sou o Theotonio, pai de três crianças recém ingressantes no São Domingos: Matheus e Felipe, gêmeos, ambos no 2o ano do fundamental I, e a Lana, do Infantil (agrupamento AZUL). Tenho formação em Física, e trabalho em pesquisa científica na área de meteorologia e física da atmosfera da Amazônia.

Junto com meus filhos, também sou calouro na escola como pai, e de cara achei muito interessante a existência do conselho e a possibilidade de participar nele. Creio profundamente na efetividade da participação democrática como meio de melhorar o coletivo, e acredito que o modo de gestão participativa, se trabalhado adequadamente, pode servir para avançarmos no projeto pedagógico e na parte administrativa da escola.

Questão chave, portanto, é estimular a participação do maior número possível de pessoas (não apenas pais, mas toda a comunidade do CSD) neste processo democrático. Obviamente, isto está longe de ser uma tarefa fácil... até porque participação democrática exige tempo e energia, e mesmo muita gente que às vezes quer participar não consegue pela falta de um ou outro (ou ambos).

Meu foco durante a gestão será na diversificação das formas de participação. Muitas cabeças sempre pensam melhor que algumas... a idéia inicial é montar um fórum de discussão (online) para viabilizar ao máximo a troca de idéias, sugestões, críticas, etc. Um fórum serve tanto para dar idéias como também para auxiliar o próprio conselho e seus representantes sobre as demandas que a comunidade tem, sendo assim, também, um importante guia para a gestão participativa.

Bom pessoal, é isso aí!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Paula Capriglione

Conhecemos o CSD no início de 2006 e imediatamente decidimos que seria a escola de nossos filhos, mesmo não sendo tão perto de casa como poderíamos desejar.

O CSD se apresentou a nós exatamente como o que sempre buscamos: uma escola sem fins lucrativos, com gestão participativa-democrática e um projeto político-pedagógico construído através de anos de exercício democrático e de vivência dos mais avançados conceitos pedagógicos fundamentados (mas não engessados) no sócio-construtivismo.

A Helena entrou na 5ª e o Julio na 1ª série (vieram da Escola Caminho Aberto, que consideramos muito pequena para o Fund 2).

Ainda em 2006, começamos a notar fortes contradições entre discurso e prática, cada vez mais frequentes, o que levou grande número de pais e mães (inclusive nós) a buscar esclarecimentos com a equipe de direção sobre as mudanças em curso no projeto político-pedagógico da escola.

No final de 2006, a demissão de um professor de Filosofia respeitado e querido por toda a comunidade, claramente motivada pela sua atuação no Conselho de Escola, onde era membro representante dos professores, detonou um processo de mudança no CSD.

Abriu-se um processo de discussão e conscientização que fez transparecer claramente que o CSD havia se transformado em um espaço opressivo, onde a direção considerava que o projeto político-pedagógico que fundamentava a escola estava superado e não passava de letra morta, onde não havia mais lugar para a construção coletiva.

A vontade de recuperar o projeto do CSD animou a disposição de muitos pais e mães, alunos, professores e funcionários, em defesa da escola. Fortaleceu-se na comunidade o sentimento de que tínhamos que resgatar a escola, seu espaço democrático e seu projeto político-pedagógico, que não havíamos decidido jogar fora. Esse processo culminou com a mudança da equipe direção, em meados de 2007.

Resultado da vontade da comunidade, começou o período sob direção do Silvio, escolhido por uma banca de seleção formada por representantes de todos os segmentos, como determina o Estatuto da Escola. Foi o início da retomada da democracia e da construção coletiva, princípios fundadores da escola e do seu projeto político-pedagógico.

A participação, especialmente dos pais e mães, não é fácil: não há dia nem horário que garanta maior presença em reuniões, o tempo é curto e as pressões cotidianas se refletem também em dificuldades de elaboração conjunta; às vezes, já cansados, alguns queixam-se de reuniões... mas com certeza ainda não há melhor forma de interagir, de debater, de fazer junto.

Cabe a todos nós buscar ampliar a participação da comunidade, para que a escola esteja sempre aberta para a reflexão, a crítica e a autocrítica, para que esteja sempre viva, ativa, cumprindo seu papel de ser o espaço principal da aquisição e do desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens, não só do conhecimento acadêmico, mas dos valores humanistas e cidadãos, tão necessários à tão indispensável evolução humana.

A participação no Conselho de Escola concretiza a possibilidade de fazermos juntos essa escola. Por isso, coloco novamente minha disposição de participar.

Paula Capriglione, mãe da Helena (9º B) e do Julio Zelic (5ºA)

Maria Teresa

Caros,

Eu sou a Maria Teresa, mãe da Alice e do Ivan Leite Gosciola ( 7º e 3º anos Fund.). Desde o ano passado, venho contribuindo com a Comissão de Educação, que foi responsável pelo ciclo de palestras “Encontros: Educação, Ética e Cultura”, que trouxe profissionais de diferentes áreas para debater assuntos de interesse das famílias. Quem desejar saber mais pode consultar em http://eeccsd.blogspot.com .
Meu marido, Vicente Gosciola e eu fizemos uma apresentação sobre as tecnologias da comunicação e dilemas geracionais. Foi muito interessante ter passado pela experiência de contribuir para a reflexão de famílias e professores sobre esse tema, que faz parte de nosso cotidiano como profissionais e pesquisadores. Foi um momento de grande descontração, onde efetivamente percebemos o sentido de “participação” na escola. Assim como nós, sei que há muitos pais e mães, com experiências riquíssimas que compartilhariam com todo o prazer, se lhes fosse dado um espaço para isso, como tantas vezes observamos nos eventos da escola. Penso que uma das funções do conselho deva ser essa: a busca por uma maior participação das famílias, dentro do que elas se dispõem a oferecer, sempre em concordância com o projeto pedagógico da escola, em uma perspectiva de enriquecer os conteúdos escolares e fortalecer os laços entre as famílias e a escola. Pretendo continuar contribuindo com a comissão de educação, e ofereço-me para assessorar a equipe de direção nas questões relativas à incorporação das tecnologias nos processos pedagógicos

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Débora Proença

Caros Senhores,

Dentro da minha história pessoal a escola ocupou um importante papel, o do fio condutor da minha vida, claro, motivos pessoais, outros tempos, outras épocas. No entanto, os dias atuais, com a nova configuração da família, do trabalho, enfim do mundo, a escola tem adquirido cada vez mais importância, seja pelo papel acadêmico, seja pela demanda de novos serviços (música, teatro, etc), sejam pelas demandas.
O fato é que a escola atual cada vez mais acaba dando uma contribuição maior na construção do aluno/indivíduo. E mais, a escola participa da construção da visão de mundo desse aluno/indivíduo. Obviamente que não é tão simples e direto assim, mas para tentar equalizar essa difícil operação é preciso que a escola tenha uma identidade e objetivos claros.
O que não vejo no Colégio São Domingos. Algumas vezes parece um colégio alternativo com poucos limites, outras vezes segue pelo lado contrário. Os pais pouco participativos, mas segurando a bandeira da gestão participativa. Quem é esta instituição de fato?
A minha possível contribuição tem esse caminho: qual é sua identidade? Qual é sua história? Qual a formação que é oferecida aos alunos? Qual a percepção dos alunos para a escola? Qual a percepção dos alunos do São Domingos na sociedade? Quem são os ex-alunos do São Domingos? Por que os pais colocam os seus filhos no São Domingos? Por que os professores escolheram este colégio para dar aula?
Essa clareza facilitará a construção de um diálogo dentro deste universo que nos envolve. Interno e externo.
Dados pessoais:Formação: Comunicação Social com pós-graduação em Gestão da Comunicação pela ECA/USPIdade: 46 anosProfissão: Produtora Executiva e Gestora de Comunicação

Débora Proença
Gestora de Comunicação e CulturaGuarda-Sol Produções
debora_proenca@guardasolproducoes.com.br

segunda-feira, 30 de março de 2009

Cleumo Segond

Caros mães e pais,

Alguns talvez já me conheçam, sou atual representante de pais no Conselho de Escola e ajudei a organizar o Espaço Cinematográfico do evento Cultura e Comunidade de 2008, que aconteceu no andar de cima do casarão. Junto com outros pais, expus material relacionado à fotografia de cinema, como livros, negativos, mesa de luz e alguns encartes sobre equipamentos de iluminação, câmeras e maquinários em geral. Em 2007, no mesmo evento, exibi um documentário, “Nas Trilhas do Sertão”, do maestro Armênio Graça, mostrando a riqueza cultural de um país, numa pequena microrregião de Minas Gerais.

No evento do ano passado, optamos por realizar uma abordagem específica em cinema porque chegamos à conclusão que vários pais trabalhavam na área. Tivemos palestra sobre figurino e direção de arte, exibição de making off e exposição de cartazes, desenhos de figurinos, cenários e fotos de cena. Esperávamos com isso atrair alunos principalmente do Ensino Médio, que poderiam ter algum interesse na área cinematográfica e usamos como carro chefe dois filmes em que havia pais envolvidos na produção: “O Cabra Cega”, de Toni Venturi e o “Ensaio sobre a Cegueira”, de Fernando Meirelles.

Qual não foi a nossa surpresa quando apenas algumas crianças do Ensino Fundamental, além de pais, amigos e conhecidos, participaram das palestras e visitaram o espaço! Onde estavam os estudantes do Ensino Médio que achávamos que teriam interesse, pois afinal é uma arte que está em evidência? Não estamos falando de algo distante do interesse deles, afinal, qual é o jovem que hoje não quer realizar um filme em digital e colocar no You tube, por exemplo? A que conclusões podemos chegar com tudo isso?

Independente das conclusões, precisamos trabalhar mais e aumentar o interesse dos estudantes do Ensino Médio. O mundo hoje está dando exemplos cada vez piores, e os jovens cada vez mais demonstram isso, com apatia ou violência!

Para isso, gostaria de continuar a participar das reuniões de Conselho e conversar com os pais, para entender como fazer e poder praticar um privilégio, que é saber profundamente o que acontece no colégio. Esse conceito, para mim é o principal diferencial do São Domingos em relação aos outros, e sempre achei que não apenas reclamar do que está errado, mas pensar, agir e poder ajudar faz toda a diferença!

Sou pai da Maria Luísa do 5º ano C, bacharel em comunicação social, com especialização em cinema, diretor de fotografia de cinema e vídeo. Participei de vários filmes longas metragem e documentários em minha carreira, e gostaria de passar minha experiência para os jovens da escola, como tenho feito em alguns workshops.

Abraços, e vamos trabalhar!

Cleumo Segond

sexta-feira, 27 de março de 2009

Marcus Vinicius Barreto Lima

Sou Marcus Vinicius Barreto Lima, 37 anos, casado com Ana Luísa Lopes de Menezes, pai do aluno João Menezes Lima (2º ano A) e de Joaquim Menezes Lima.

Arquiteto formado há 15 anos, trabalho como coordenador de projetos em uma construtora especializada em estruturas de madeira.

Sou calouro na Comunidade CSD e, como tal, chego bem animado e disposto a corresponder à demanda de participação que a proposta de trabalho do Colégio requer.

Participei da última reunião preparatória para as eleições e, incentivado por alguns dos colegas presentes, decidi me candidatar a uma vaga de suplente.

Gostaria de destacar dois pontos do Estatuto do Conselho de Escola que muito me alegram e motivam a participar.

O primeiro é a orientação de que a atuação e a representação de qualquer dos seus integrantes vise ao interesse maior dos educandos. Há um centro de atenção, a ser cuidado, acima dos interesses de cada segmento.

O segundo é a indicação de que as decisões sejam tomadas, a priori, a partir de consenso entre seus membros. Isso implica pensar coletivamente e no coletivo, escutar, respeitar diferenças, tolerar, ceder, dialogar.

Configura-se assim uma prática circular, composta pelos segmentos representados, que surge de forma dinâmica, dependente da fluência do movimento para manter suas características de circunferência e abrigar o vazio, a mente do principiante, disponível à ocupação e à renovação a cada instante.

Vamos girar?

Agradeço a oportunidade. Podem contar com a minha colaboração.

Cuidem-se bem!

Regina C. Muller

Olá,

Sou Regina C.Muller, mãe da Beatriz que estuda no sétimo ano de manhã ( Fundamental II). A Bia está matriculada no São Domingos desde 2007.

Sou formada em psicologia há 22 anos. Trabalhei em consultórios cerca de 05 anos mas foi em empresa, especificamente em Recursos Humanos, onde concentrei maior parte da minha carreira. Nesse tempo, trabalhei em treinamento, educação e capacitação profissional. Meu cotidiano sempre foi o trabalho com grupos desenvolvendo dinâmicas, mediando situações de conflitos por meio da negociação em várias instâncias, etc.

Candidato-me a ser um dos membros do Conselho de Escola , representante dos pais, para colaborar e participar deste processo tão importante que é a educação dos nossos filhos.

O que deverá nortear os trabalhos dos membros do Conselho, além dos princípios do seu Estatuto, é a real intenção de estabelecer alianças com os pais bem como com a direção e sua equipe técnica na legitimação do Projeto Pedagógico.

O processo da gestão participativa nos possibilita participar mais profundamente das decisões que afetam o cotidiano dos nossos filhos na escola e, de fato, este é um grande diferencial do São Domingos.

Não há nada mais humanizador no processo educacional do que a escola que desenvolve seus projetos pedagógicos para além das salas de aula , para além dos seus alunos e professores. Uma escola que estimula o amplo debate e o diálogo , escuta a sua comunidade e o entorno da própria escola, promove o respeito às diferenças.

Por fim, permitam-me expressar uma expectativa particular - é que ao expressá-la deixo claro minha forma de ver a educação ,que ,dentre outras coisas (como mencionei acima) , oferece respostas às demandas de excelência (lê-se “mercado”...que antipático termo...).

Tenho expectativas sim que o Ensino Médio prepare seus alunos ao ingresso às faculdades, claro,além de serem cidadãos críticos e engajados - habilidades que já fazem parte da agenda do São Domingos.

Um abraço a todos!
reginacmuller@terra.com.br

quinta-feira, 12 de março de 2009

Hernani Lotufo Júnior

Olá, comunidade Colégio São Domingos!!!

Meu nome é Hernani Lotufo Júnior, pai dos alunos João Miguel (6º B) e Maria Clara (1º B) e casado com Stella Lobo. João Miguel é aluno do CSD desde 2004 e Maria Clara desde 2007. Tenho formação em Ciências Sociais e em Tecnologia em Gestão Ambiental. Atuo profissionalmente como consultor em gestão de recursos humanos e em projetos de ecoeficiência em restaurantes. Tenho 55 anos bem vividos!
Nunca tive participação ativa na comunidade da escola, mas sou freqüentador fiel dos eventos por ela promovidos (festas, encontros e reuniões com professores). Gosto muito do ECO – Encontro com o Outro. Participei de reunião com nossos representantes apenas uma vez (última segunda-feira, 09/03/2009). Minha motivação para estar ali, foi a possibilidade de exercer o direito e o dever de participar, de conhecer as pessoas que me representam e as questões e discussões que ocorrem nesse tipo de encontro.
Tratava-se de uma reunião para discutir alternativas para um processo de escolha (eleição) de novos representantes dos pais junto ao Conselho de Escola. Pude constatar que a nossa participação tem estado bem abaixo do que se poderia esperar. Estiveram lá, perto de vinte pais – muito pouco se levarmos em conta que somos algumas centenas de famílias. Destes, apenas dois ou três manifestaram interesse em se candidatar para nos representar no Conselho. Se levarmos em conta que estavam presentes representantes atuais e antigos, seria de se esperar que se apresentassem mais candidatos.
Bem, dentre estes dois ou três estava eu...
E a primeira pergunta que me veio à cabeça foi: “Por que nós, pais, estamos tão pouco dispostos a participar da gestão da escola?” Esta pergunta me levou, em seguida, a outra: “Se verificamos a perda recente de alunos “para o mercado”, isso não terá sido um efeito do nosso distanciamento das questões que nos definem como membros da comunidade-escola?
Parece-me claro que em democracias participativas não há projetos prontos e acabados. O projeto pedagógico (às vezes tenho medo dessa expressão) do CSD, por ser resultado da participação de todos os segmentos que compõem a comunidade, estará sempre em (re) construção, pois as demandas mudam a cada novo ciclo de ensino. Se não participamos, não influenciamos a gestão da escola e seu (UI!) projeto pedagógico. Se a gestão participativa é um diferencial qualitativo do CSD, entendo que devemos tratá-lo como um valor da comunidade. Para que uma representação exerça forças e influências sobre as decisões do Conselho da Escola, é essencial que ela seja expressão das forças e influências que legitimam suas posições e propostas (membros da comunidade). Então, mais que como candidato a representante dos pais, vejo-me como alguém disposto a exercer o direito e o dever de participar das assembléias de pais.
Recentemente, escrevi um texto sobre o ECO. Nele estão contidas algumas idéias que expressam minha forma de pensar sobre a gestão da escola. Caso tenha interesse por conhecê-lo escreva para loblot@uol.com.br.
Que este processo de escolha de nossa representação seja uma oportunidade para novos encontros!

Até breve!