Sou Marcus Vinicius Barreto Lima, 37 anos, casado com Ana Luísa Lopes de Menezes, pai do aluno João Menezes Lima (2º ano A) e de Joaquim Menezes Lima.
Arquiteto formado há 15 anos, trabalho como coordenador de projetos em uma construtora especializada em estruturas de madeira.
Sou calouro na Comunidade CSD e, como tal, chego bem animado e disposto a corresponder à demanda de participação que a proposta de trabalho do Colégio requer.
Participei da última reunião preparatória para as eleições e, incentivado por alguns dos colegas presentes, decidi me candidatar a uma vaga de suplente.
Gostaria de destacar dois pontos do Estatuto do Conselho de Escola que muito me alegram e motivam a participar.
O primeiro é a orientação de que a atuação e a representação de qualquer dos seus integrantes vise ao interesse maior dos educandos. Há um centro de atenção, a ser cuidado, acima dos interesses de cada segmento.
O segundo é a indicação de que as decisões sejam tomadas, a priori, a partir de consenso entre seus membros. Isso implica pensar coletivamente e no coletivo, escutar, respeitar diferenças, tolerar, ceder, dialogar.
Configura-se assim uma prática circular, composta pelos segmentos representados, que surge de forma dinâmica, dependente da fluência do movimento para manter suas características de circunferência e abrigar o vazio, a mente do principiante, disponível à ocupação e à renovação a cada instante.
Vamos girar?
Agradeço a oportunidade. Podem contar com a minha colaboração.
Cuidem-se bem!
PIVI - abril de 2009
Há 16 anos
Olá, Marcus!
ResponderExcluirMinha sensação é de que teremos uma representação bem interessante, formada por pessoas dispostas a participar assim como você. Não vejo outra forma de se fazer gestão participativa (tal como está definido no Estatuto e no projeto pedagógico do CSD), a não ser pela ocupação dos espaços de participação que a escola (ou a comunidade) oferece.
Como você diz: "Vamos girar!!!"
Abraço,
Hernani