Carta

Cara comunidade,

Nosso colégio tem um Conselho de Escola com representantes de alunos, pais, funcionários, professores, além da equipe de direção e mantenedora. Nele, as macro definições da gestão escolar são debatidas, decididas e encaminhadas de forma cooperativa, segundo princípios democráticos e os objetivos fins da instituição escolar.
Nesse momento, nos aproximamos do final do mandato iniciado em 2008. Em abril, haverá a redefinição dos representantes dos vários setores.
Para que a comunidade participe amplamente desse processo e sua condução seja transparente, passamos a contar com um espaço no site da escola para as apresentações das plataformas dos candidatos e discussões de princípios e métodos de atuação com que se comprometerão. Os interessados podem enviar para
conselho2009@sdomingos.com.br a apresentação de sua candidatura.Exercitar a democracia como o colégio São Domingos se dispõe é um diferencial. Para assegurar a legitimidade desse exercício é necessário que haja implicação coletiva e clareza dos papéis de representantes e representados. Mais do que indicar as pessoas para o mandato, os eleitores precisam exercer também continuamente a instrução e o referendo das posições a serem assumidas pelos que se dispõem a representá-los.
Antes de votar, busque esclarecimentos dos candidatos sobre sua postura em relação à gestão participativa no colégio São Domingos, sobre os mecanismos que pretendem utilizar para colher as opiniões e posicionamentos dos representados e sobre as propostas que têm para a escola.

A força da democracia está no envolvimento de todos.

Participem!

Equipe de Direção

sexta-feira, 27 de março de 2009

Marcus Vinicius Barreto Lima

Sou Marcus Vinicius Barreto Lima, 37 anos, casado com Ana Luísa Lopes de Menezes, pai do aluno João Menezes Lima (2º ano A) e de Joaquim Menezes Lima.

Arquiteto formado há 15 anos, trabalho como coordenador de projetos em uma construtora especializada em estruturas de madeira.

Sou calouro na Comunidade CSD e, como tal, chego bem animado e disposto a corresponder à demanda de participação que a proposta de trabalho do Colégio requer.

Participei da última reunião preparatória para as eleições e, incentivado por alguns dos colegas presentes, decidi me candidatar a uma vaga de suplente.

Gostaria de destacar dois pontos do Estatuto do Conselho de Escola que muito me alegram e motivam a participar.

O primeiro é a orientação de que a atuação e a representação de qualquer dos seus integrantes vise ao interesse maior dos educandos. Há um centro de atenção, a ser cuidado, acima dos interesses de cada segmento.

O segundo é a indicação de que as decisões sejam tomadas, a priori, a partir de consenso entre seus membros. Isso implica pensar coletivamente e no coletivo, escutar, respeitar diferenças, tolerar, ceder, dialogar.

Configura-se assim uma prática circular, composta pelos segmentos representados, que surge de forma dinâmica, dependente da fluência do movimento para manter suas características de circunferência e abrigar o vazio, a mente do principiante, disponível à ocupação e à renovação a cada instante.

Vamos girar?

Agradeço a oportunidade. Podem contar com a minha colaboração.

Cuidem-se bem!

Um comentário:

  1. Olá, Marcus!

    Minha sensação é de que teremos uma representação bem interessante, formada por pessoas dispostas a participar assim como você. Não vejo outra forma de se fazer gestão participativa (tal como está definido no Estatuto e no projeto pedagógico do CSD), a não ser pela ocupação dos espaços de participação que a escola (ou a comunidade) oferece.
    Como você diz: "Vamos girar!!!"
    Abraço,
    Hernani

    ResponderExcluir